Conheça os Factos. Consolide Convicções.
E estruture a sua Carteira.
Compreenda o impacto dos recentes desenvolvimentos geopolíticos, acompanhe os principais acontecimentos e analise diferentes cenários de investimento.
Explore alguns dos principais fatores que estão a influenciar os mercados esta semana.
Respostas diretas para as dúvidas que moldam o debate atual sobre logística e soberania nacional.
A escalada deriva do fracasso das negociações nucleares em 2025–2026, seguido de ataques israelitas ao Irão, e culmina em operações conjuntas EUA–Israel a partir de 28 de fevereiro de 2026, que incluíram a eliminação de Ali Khamenei e ataques massivos a infraestruturas militares.
O ataque foi motivado pelo entendimento de Washington e Telavive de que o Irão estava enfraquecido por sanções, crises internas e perda de aliados regionais, criando uma “janela de oportunidade” para atingir o programa nuclear e a liderança iraniana.
As conversações mediadas por Omã fracassaram por divergências persistentes sobre inspeções, limites de enriquecimento e garantias políticas. Após o fim do prazo imposto por Trump, Israel atacou, colapsando as vias diplomáticas.
Mercado energético atinge níveis de rutura:
Mercados financeiros globais:
Efeitos assimétricos:
O avanço de drones assimétricos cria risco operacional crescente para infraestruturas energéticas e portuárias:
A instabilidade no Golfo começa a atingir centros financeiros globais:
Evita-se o encerramento absoluto das rotas energéticas, mas:
Começa o choque energético global:
Começa a maior disrupção energética desde os anos 70:
Neste cenário ilustrativo, pressupõe-se uma diminuição rápida das tensões por via diplomática. O impacto no preço do petróleo é contido e a confiança dos consumidores mantém-se robusta.
Cenário ilustrativo que contempla um eventual envolvimento direto de outras potências e interrupções no Estreito de Ormuz, resultando em disrupções no mercado energético com impactos negativos na economia global.
Este cenário ilustrativo contempla a possibilidade de um envolvimento direto de outras potências, acompanhado por constrangimentos significativos no Estreito de Ormuz. Uma disrupção desta natureza no fornecimento energético poderia resultar num choque relevante, com potenciais impactos adversos sobre a atividade económica global.
Neste cenário ilustrativo, as cadeias de abastecimento sofrem disrupção prolongada. A inflação torna-se estrutural ("sticky"), forçando os bancos centrais a manter taxas altas por mais tempo ("Higher for Longer").
Carteiras desenhadas para navegar o atual ciclo económico.
Capitalize a dinâmica global com uma classe de ativos essencial.
Num ciclo onde volatilidade já não é exceção, a exposição a matérias-primas pode ser o ponto de estabilidade que faltava na carteira.
Preserve valor quando a inflação não desacelera.
Num ambiente de preços voláteis, as obrigações indexadas à inflação oferecem uma âncora real num mar de incerteza.
Soluções especializadas com menor sensibilidade ao ciclo de mercado.
Capturar retornos com menor ligação aos movimentos do mercado, é o que estas estratégias alternativas procuram acrescentar à sua carteira.
Investir no futuro que estamos a construir hoje. Investir em infraestruturas é investir no futuro: ativos reais que sustentam a economia e oferecem visibilidade de longo prazo.
Força das grandes empresas globais. Exposição a algumas das maiores empresas do mundo, reconhecidas pelas suas vantagens competitivas, escala e balanços sólidos — uma base estável para atravessar ciclos económicos e captar crescimento sustentável.
Crescimento onde o mundo acelera. Exposição a mercados emergentes com potencial de valorização, impulsionados por economias de rápido crescimento e dinâmicas demográficas favoráveis.
Rendimento real em economias em ascensão.
Exposição a dívida emergente em moeda local, uma solução que combina potencial de rendimento real,
diversificação e acesso a economias com fundamentos mais robustos e resilientes.
Fluxos estáveis sem vender a carteira.
Uma solução pensada para investidores que procuram gerar rendimentos periódicos a partir da sua carteira,
mantendo as posições investidas e preservando o potencial de valorização no longo prazo.
Exposição ao setor global do ouro. Investimento em empresas ligadas à exploração e produção de ouro, um setor que historicamente ganha relevância quando a incerteza nos mercados aumenta.
Análise detalhada e recursos sobre o atual panorama.
O discurso recente de Christine Lagarde no encontro “The ECB and Its Watchers”, a 25 de março de 2026, procurou enquadrar o choque energético desencadeado pela guerra no Irão dentro da estratégia monetária do Banco Central Europeu, reiterando a ideia de que a política monetária não controla os preços da energia, mas deve evitar efeitos de contágio sobre o resto da economia.
O Jones Act é uma lei marítima dos Estados Unidos, de 1920, que regula o transporte de mercadorias entre portos americanos (cabotagem). É uma das legislações mais protecionistas do setor marítimo.
O que exige o Jones Act
O racional por detrás do Jones Act
Impacto económico e político
Porque é o Jones Act controverso?
Porque é um tema recorrente na cobertura mediática
Sempre que há:
O Jones Act volta, desta forma, ao debate, porque alguns defendem suspender a lei para permitir transporte mais barato entre estados ou permitir navios estrangeiros em situações de escassez.
O efeito é simples: encarece o transporte marítimo entre portos dos EUA,
e isso distorce preços de gasolina, diesel, jet fuel e crude.
Abaixo, o mecanismo —
suportado por evidência empírica dos estudos mais recentes.
1. Transporte doméstico fica 3x mais caro — logo, combustível chega mais caro ao consumidor.
Estudos mostram que transportar combustíveis entre o Golfo do México (onde se produz e refina) e a Costa Leste (onde se consome) custa até três vezes mais em navios que cumprem o Jones Act do que em navios estrangeiros.
Isso torna mais barato importar combustível da Europa do que movê-lo dentro dos EUA.
Impacto direto:
2. Se o Jones Act fosse abolido, os preços cairiam — e os dados quantificam isso.
Os modelos económicos para 2018-2019 mostram reduções claras no preço dos combustíveis se a lei fosse suspensa:
3. O Jones Act altera a própria estrutura do mercado americano
Porque o transporte doméstico fica demasiado caro, o padrão de fluxos energéticos fica distorcido:
4. O consumidor perde; alguns produtores ganham.
Segundo as estimativas:
Ou seja: o Jones Act cria uma transferência económica dos consumidores para certos interesses protegidos (estaleiros, armadores, tripulações americanas).
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